Cuba - Phyllis Galembo
” (…) nas mandingas que a gente não vê, mil coisas que a gente não crê
Valei-me, meu pai, atotô, Obaluaê!”
Atotô!
” (…) Oxóssi, filho de Iemanjá, divindade do clã de Ogum
É Ibualama, é Inlé, que Oxum levou no rio e nasceu Logunedé!
Sua natureza é da lua, na lua Oxóssi é Odé Odé-Odé, Odé-Odé
Rei de Keto Caboclo da mata Odé-Odé..
Quinta-feira é seu asé, Axoxó, feijão preto, camarão e amendoim
Azul e verde, suas cores, calça branca rendada, saia curta estampada
Ojá e couraça prateada, na mão ofá, iluquerê, Okê okê, okê arô, okê .
A jurema é a árvore sagrada, Okê arô, Oxóssi, okê okê
Na Bahia é São Jorge, no Rio, São Sebastião
Oxóssi é quem manda nas bandas do meu coração!”Oxossi - Aline Calixto.
Okê arô!
”(…) Fui chamado de cordeiro, mas não sou cordeiro não, preferi ficar calado a falar e levar não, o meu silêncio, é uma singela oração à minha santa de fé, meu cantar, me deu as forças que sustentam o meu vive, meu cantar, é um apelo que eu faço a Nana ê.
Sou de Nanã ê ua, ê ua, ê ua ê…”
” (…) É Ibualama, é Inlé, que Oxum levou no rio e nasceu Logunedé”
Loci, Loci!
Oshun and Inle with their omo Logun Ede!
Logun Ede is the Orisha associated with gender variance, and is believed to live half the year as a man and half the year as a woman. Yes, my religion has deities of trans-ness! Mojuba Logun Ede!
In closing I recall a conversation with my godmother, Asabi. I was at the ilé on a Wednesday night, completing a ritual obligation noted during a divination. Being a weeknight, the usual frantic pace of family, both biological and ritual, was absent. We found a rare moment of quiet to talk about our lives. When I mentioned the subject of race, she paused before remarking, “The only thing I can say is that a lot of different people have been practicing this religion for a long time. It still works and it’s still vibrant. The things people trip out about really don’t matter to God… If Elegba didn’t want you here, you wouldn’t be here.”
A head will find its home.